Atividade de cárie na dentição decídua, Indaiatuba, São Paulo, Brasil, 2004

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Lilian Berta Rihs
Maria da Luz Rosário de Sousa
Silvia Cypriano
Nádja Moscoso Abdalla
Danielle Duo Ngatsuka Guidini
Carolina Amgarten

Resumo:

Os objetivos deste trabalho foram verificar a atividade de cárie, além de conhecer a experiência de cárie (ceod), necessidades de tratamento e defeitos de esmalte em pré-escolares de cinco anos de idade. Examinaram-se 624 crianças de Indaiatuba, São Paulo, Brasil, em 2004, selecionadas por meio de processo amostral aleatório sistemático. Para medir a experiência de cárie e necessidade de tratamento adotou-se os critérios da OMS. Para a atividade de cárie, optou-se por uma simplificação dos critérios de diagnóstico de Nyvad et al. Na análise estatística utilizaram-se os testes Mann Whitney e qui-quadrado com nível de significância de 5%. 40,5% dos pré-escolares apresentaram atividade de cárie. O ceod foi de 1,62 (IC95%: 1,35-1,89). Entre os doentes (ceod > 0) o ceod foi 3,81 (IC95%: 3,36-4,26), ainda neste grupo, 91,4% das crianças apresentaram atividade de cárie. O índice de cuidados foi de 12,3%. Sugere-se que medidas de prevenção e tratamento direcionadas a essa população continuem sendo priorizadas, uma vez que as medidas de controle e paralisação da cárie em seus estágios iniciais são bem conhecidas. Além disso, recomenda-se cuidado direcionado aos pré-escolares com maior experiência de cáries.
Palavras-chave:
Cárie Dentária; Fluorose Dentária; Saúde Bucal; Pré-Escolar