“A importância dessa discussão reside em compreender que a publicação científica não é apenas uma instância técnica de avaliação e difusão do conhecimento, tampouco um espaço neutro", reforçam as autoras.   O manuscrito destaca ainda que reconhecer as assimetrias de gênero, raça, classe, território e idioma é passo essencial para construir práticas editoriais mais plurais e inclusivas: “o desafio é conjugar crítica e compromisso, reconhecendo limites e responsabilidades".   Leia o Editorial completo e participe também desse debate.